quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A independência humana

Neste dia 7 de setembro, estamos festejando a independência do Brasil. É o momento em que o Brasil deixa de ser colônia de Portugal, para ser um país “separado”. Mesmo assim, o Brasil nunca vai chegar a uma independência completa. Isso porque precisa de muitos países do mundo para sobreviver, para suprir alimentos, para suprir produtos.

Aliás, nenhum de nós consegue chegar à independência completa. Por mais que sejamos tentados à independência (eu fui tentado muitas vezes a isso), não somos totalmente independentes. Todos nós dependemos uns dos outros para sobreviver.

Quando a pessoa completa 18 anos, dizemos que ela se torna “independente”. Muitos podem pensar que essa independência é total, mas, não é. Essa independência que temos aos 18 anos é só uma independência do cuidado infantil dos pais. Agora, nós mesmos podemos comprar as nossas coisas, voltar, procurar emprego. Na verdade isso não quer dizer que somos totalmente independentes deles.

Não somos seres poderosos e onipotentes para sermos independente. Mesmo Jesus sendo o Filho de Deus, Ele dependia de seus discípulos, que o ajudavam. Isso quer nos dizer que os seres humanos precisam uns dos outros.

Para falar a verdade, uma coisa é totalmente certa: “Ninguém, absolutamente ninguém consegue ser feliz sozinho”. A solidão gera somente um sentimento de tristeza e, o companheirismo, alegria. Ou seja: se estamos sozinhos, estamos tristes, mas, se estamos com os amigos, com a família, sorrimos. E não conseguimos vencer os nossos problemas com a solidão, mas, com o companheirismo.

Que possamos sempre entender que não somos seres totalmente independentes. A independência que temos é limitada, não total. Se alguém não consegue entender isso, um dia, entenderá, pois, precisará de um ombro para chorar e uma mão para ajudar.

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